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  N°3333 (Nova Série), Quinta-Feira, 3 de Dezembro de 2009
HÁ 20 ANOS

In “Jornal de Macau” e “Tribuna de Macau” 03.11.1989

ANTÓNIO COSTA GANHA MARATONA

O atleta português António Costa sagrou-se vencedor da maratona internacional de Macau ao gastar duas horas, 18 minutos e 37 segundos para cobrir um percurso abrangendo a cidade e as ilhas. Os segundo e terceiro lugares na maratona internacional de Macau pertenceram a dois atletas da República Popular da China, Kat Yat Pun Tou e Ng Chi Hong, respectivamente. “Não vim para ganhar, mas apenas para melhorar o meu recorde. No entanto, a vitória sorriu-me e foi bastante melhor assim”, disse à Lusa, António Costa, campeão nacional da maratona. Na maratona internacional de Macau, a segunda em que participou, o atleta português melhorou e um minuto e 27 segundos o tempo obtido este ano em Santarém, que lhe deu, logo na estreia, o título nacional da modalidade. António Costa recebeu um prémio de 2.000 dólares, vendo fugir-lhe por apenas 37 segundo o prémio de 4.000 dólares destinado ao primeiro atleta a cortar a linha de chegada com tempo compreendido entre as duas horas e 16 minutos e as duas horas e os 18 minutos. A Associação de Atletismo de Macau, organizadora da prova, tinha ainda previsto um prémio de 7.000 dólares para o primeiro atleta com tempo até duas horas e 16 minutos. Para António Costa, que pretende voltar a Macau para a maratona de 1990 “se conseguir os apoios necessários”, a parte final é a mais difícil do percurso, tendo os atletas que enfrentar a subida íngreme da ponte que liga a cidade à Taipa. Na categoria de senhoras, o primeiro lugar foi para Lau Sok I, de Hong Kong, com o tempo de três horas, sete minutos e onze segundos. António Erotavo, o italiano que foi o vencedor da maratona internacional de Macau por cinco vezes consecutivas, entre 1982 e 1986, ficou-se pela quinta posição, cumprindo o percurso em duas horas, 25 minutos e sete segundos.

SEGURANÇA NO TRABALHO TEVE O SEU FESTIVAL

A dDrecção dos Serviços de Trabalho e Emprego (DSTE) de Macau registou nos últimos três anos uma média de acidentes profissionais, rodando entre 1.750 e 2.000 casos, disseram à agência Lusa responsáveis do departamento. Desde o início do ano a DSTE interveio em 70 acidentes graves, requerendo internamento hospitalar e, segundo os responsáveis do departamento, o número total de acidentes de trabalho não deverá ficar no final deste ano muito afastado dos valores registados nos anos anteriores. Até fins de Outubro último a DSTE registara o pagamento de 1,7 milhões de patacas em indemnizações a acidentados, incluindo alguns casos referentes a acidentes do ano passado. O número de acidentes de trabalho poderá vir a aumentar no futuro devido ao grande desenvolvimento da construção civil no Território, referiram ainda os técnicos da DSTE, apesar do número de acidentes em obras terem diminuído 16,7 por cento nos últimos dois anos. Em 1988, a DSTE assinalou 2.096 acidentes de trabalho, sete dos quais mortais, que representaram 11.567 dias de trabalho perdidos. Entre os acidentes contaram-se 494 mulheres, tendo a maioria das vítimas sido assalariadas especializados e se semi-especializados das áreas de produção e transporte da indústria transformadora. Para sensibilizar a população para as questões da segurança no trabalho e saúde ocupacional a DSTE organizou este fim-de-semana o quarto festival da segurança industrial com o apoio das associações de construtores civis, industrial, comercial e ainda da associação geral de operários. O festival, que inclui exposições, demonstração de combate a incêndio e primeiros socorros para além de momentos recreativos, inclui, também, um concurso de desenho sobre segurança industrial para alunos de escolas primárias e secundárias de Macau. No âmbito da prevenção e sensibilização para a segurança no trabalho a DSTE organizou palestras e encontros em 22 escolas primárias e secundárias de Macau mobilizando mais de 3300 alunos desde o início do ano. A DSTE tem ainda em curso acções de formação de 39 encarregados de segurança sobretudo para os sectores da construção civil.

 


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