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  N°3666 (Nova Série), Quinta-Feira, 27 de Janeiro de 2011
JONES LANG LASALLE OPTIMISTA SOBRE MERCADO DE MACAU
Imobiliário deve seguir em alta

Em 2011, o mercado imobiliário deverá acompanhar o ritmo de crescimento da economia, segundo prevê a Jones Lang LaSalle. A reactivação de diversos projectos de construção é apenas um dos factores que indiciam que a procura continuará a ser forte

O mercado imobiliário deverá continuar a crescer este ano. Pelo menos nas previsões da Jones Lang LaSalle, publicadas no âmbito da revisão anual sobre o sector na RAEM. De acordo com o chefe de investigação da empresa de gestão e consultadoria imobiliária para a zona do Grande Delta, Marcos Chan, a previsão justifica-se com o facto de se esperar que a economia local continue a registar um forte ritmo de crescimento.
No entendimento do especialista, citado pela edição online da “Macau Business”, “num mercado onde são grandes as expectativas face à economia e ao aumento do emprego, e perante um ambiente caracterizado por baixas taxas de juro, a procura deve permanecer forte”. Segundo a Jones Lang LaSalle, em termos de valores de capital, o segmento residencial de luxo cresceu 9,6% no ano passado, face a 2009. Já no chamado mercado de massas verificou-se uma subida de 17,8%.
No que diz respeito ao arrendamento, a consultora indica que as rendas de casas de luxo sofreram um acréscimo médio de 4,8%, enquanto que as respeitantes às fracções habitacionais que se encaixam no orçamento da classe média se elevaram 10,9%. A Jones Lang LaSalle recorda que há projectos imobiliários que devem estar concluídos este ano e que, em termos globais, se prevê que ofereçam 2.486 fracções, valor inferior aos 3.423 fogos colocados à disposição ao longo de 2010. Entre eles, constam o “One Grantai”, “The Riviera Macau” e o “Lake View Tower”.
Jeff Wong, que dirige a agência da empresa na RAEM, considera que “é de esperar que as perspectivas económicas se mantenham positivas em 2011 e, por conseguinte, que sustentem a demanda residencial do território, tanto para a auto-ocupação como para fins de investimento”. “Uma vez que se antecipa que os custos de exploração devem permanecer baixos, isto cria um ambiente favorável para o investimento que, a par com a redução da oferta de novas construções em 2011 e 2012, irá ainda reforçar o poder que o promotor imobiliário tem de definir os preços”, defende. Já no campo do arrendamento, a consultora espera que a procura por parte do expatriados recupere com a reactivação de alguns projectos de construção e a abertura de novos “resorts” e casinos.
No plano dos escritórios, e após dois anos de crescimento negativo (2008 e 2009), o mercado de vendas de escritórios sofreu um novo “impulso”, tendo assinalado um incremento em termos de valores de capital, na ordem dos 14,7% em 2010. “Esperamos que o mercado de escritórios permaneça estável”, disse Gregory Ku, que gere a filial da consultora em Macau. Apesar de se esperar um “pulo” na procura, o seu impacto deverá ser “suave”, concluiu.

 


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