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  N°3572 (Nova Série), Quinta-Feira, 30 de Setembro de 2010
Há 20 anos

In “Jornal de Macau” e “Tribuna de Macau” 30/9/1990

EUA ATENTOS A EXPORTAÇÕES DE MACAU

Os Estados Unidos não tencionam embargar as exportações de Macau, mas estarão atentos ao cumprimento das normas reguladoras do comércio internacional, disse à Lusa um alto funcionário da alfandega norte-americana.
William Ridlle, colocado pela alfândega dos EUA no consulado do seu país em Hong Kong, precisou que não existe tão-pouco qualquer disposição oficial com vista e imposição de taxas adicionais aos produtos exportados pelo Território.
No entanto, advertiu William Ridlle, as autoridades norte-americanas estarão atentas ao cumprimento das normas que regulam o comércio internacional e actuarão sempre que não estejam preenchidos todos os requisitos.
Os exportadores de Macau, como os de Hong Kong e da República Popular da China, sabem que as mercadorias devem ser acompanhadas dos documentos que comprovem a sua legalidade, até porque, no caso de serem detectadas irregularidades, é sobre eles que recaem as sanções, observou o funcionário da alfândega americana contactado pela Lusa.
No início desta semana foi conhecida a decisão das autoridades americanas de reterem exportações de flores artificiais de Macau, alegadamente por não respeitarem as regras de origem.
De acordo com informações recolhidas pela Lusa junto de meios empresariais em Macau, mas não confirmadas pela alfândega dos EUA, as autoridades americanas preparam-se agora para levantar obstáculos à entrada de confecções de malhas exportadas pelo Território, supostamente por não respeitarem as percentagens de incorporação local. O avolumar, nos últimos dias, de informação neste sentido esteve, na quinta-feira, na origem de uma reunião de emergência da associação de exportadores, que concluiu pela gravidade da situação no caso de os EUA imporem sanções ou embargarem as confecções de malha de Macau.
Os bancos em Macau, de acordo com contactos efectuados pela Lusa, continuam a processar normalmente os seus pedidos de crédito às exportações, sendo, como até, agora, cada caso objecto de uma análise detalhada para avaliação do risco.
Todos os dias os bancos fazem opções de avaliação sobre o pedido de créditos e exportação, dependendo esta avaliação de inúmeros factores, designadamente os que advém da, conjuntura, explicou à Lusa o director-geral de um banco que opera em Macau. Para esta mesma fonte, não existe, no entanto, neste momento, qualquer motivo para alteração e política de crédito às exportações na praça de Macau, uma vez que os rumores não são confirmados oficialmente quer pelas autoridades de Macau, quer pelos responsáveis alfandegários dos Estados Unidos.
O mercado norte-americano é, juntamente com a Comunidade Económica Europeia, o principal destino das exportações de confecções de Macau.

NOVO RECITAL DE SEQUEIRA DA COSTA

O Instituto Cultural de Macau em colaboração com a Universidade da Ásia Oriental promove hoje 30 de Setembro, pelas 20.30 Horas um recital de piano por Sequeira da Costa, no Auditório da Universidade da Ásia Oriental.
Sequeira da Costa é considerado um dos grandes pianistas da sua geração, sendo constantes as suas deslocações à Europa, Ásia, África, União Soviética, América do Sul e Estados Unidos. Do programa constarão obras de Beethoven, Chopin, Liszt, Vianna da Mota e Albeniz.

 


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