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  N°3389 (Nova Série), Sexta-Feira, 19 de Fevereiro de 2010
RECEITAS NO MERCADO LOCAL ATENUARAM PREJUÍZOS NOS EUA
Resultados recorde em Macau reduzem perdas líquidas da Las Vegas Sands
Proposta anti-tabaco preocupa vendedores

Advogado de Chiang diz que RAEM não quis cooperar com Portugal

Sistema de Metro Ligeiro vai obrigar a obras na Ponte Sai Van

Escutas da “Face Oculta” aceleram demissão de administrador da PT

FC Porto conquista ligeira vantagem no duelo com Arsenal

Paulo Aido EM ENTREVISTA ao JTM
“A comunidade macaense é o maior monumento da passagem de Portugal por Macau”

Candidatos a diplomatas chumbam por erros de Português e História de Portugal

Mais de 700 dos 1180 candidatos a diplomatas chumbaram nos testes de português. As provas são conhecidas pela sua exigência, mas é o próprio presidente da Associação Sindical dos Diplomatas a citar à Sábado desta semana alguns erros crassos, denunciando a falta de cultura geral dos examinados. Segundo alguns dos examinados no concurso de ingresso na carreira diplomática, D. João V foi um dos reis da época dos Descobrimentos, no início do século XIX a família real portuguesa fugiu para o Brasil a bordo de embarcações britânicas e o primeiro-ministro após o 25 de Abril foi Marcelo Caetano. Estas foram algumas das respostas dadas nas entrevistas perante três embaixadores de carreira, que a revista Sábado ontem referiu. Segundo Tadeu Soares, presidente da Associação Sindical dos Diplomatas, «houve ainda quem não soubesse indicar três escritores de língua portuguesa do século XX, ou três pintores». «Em 1180 candidatos, mais de 700 chumbaram nas provas de português — que eram de escolha múltipla», concluiu, referindo que por tudo isto, mesmo os 30 finalistas rigorosamente escolhidos deverão agora ter aulas sobre diversas matérias, nomeadamente ligadas à cultura portuguesa.

Obama recebe Dalai Lama e pede diálogo “directo” com Pequim

O Dalai Lama foi ontem recebido na Casa Branca pelo Presidente norte-americano, que prometeu apoio à preservação da identidade do Tibete e defesa dos direitos humanos na região, mas também apelou ao desenvolvimento do “diálogo directo” entre os representantes do líder espiritual e Pequim sobre a questão tibetana. Após o encontro, o Dalai Lama disse que conversou com Barack Obama sobre a harmonia religiosa e a promoção da paz e dos valores humanos. A reunião, que irritou Pequim, ocorreu de maneira discreta e longe da presença da imprensa. Obama e o Dalai Lama não se encontraram na Sala Oval, mas na chamada Sala do Mapa, o que indica a natureza não oficial da reunião. Pequim tinha exigido a anulação do encontro, afirmando que se opunha “firmemente à visita e a que os dirigentes norte-americanos recebam o Dalai Lama”. Em menos de três anos, esta foi a segunda vez que a mais alta figura da administração dos EUA recebeu o líder espiritual, encarado pela China como um exilado político e um separatista que defende a independência do Tibete.


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