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  N°3281 (Nova Série), Quarta-Feira, 30 de Setembro de 2009
FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOGO DE ARTIFÍCO TERMINA ESTA SEMANA
Chineses prometem espectáculo épico nos céus do território

Será um duelo de cavalheiros, mas da era moderna, aquele que vai ocorrer na quinta-feira e que terá como campo de batalha os céus de Macau. Os austríacos pisam pela primeira vez solo asiático enquanto que os chineses jogam em casa e vão celebrar na RAEM o encerrar de um ciclo

Para a cultura chinesa, 60 anos representam a entrada numa nova era. Os céus do território servirão de tela para uma pintura manchada em tons de celebração, sob a mestria da equipa da República Popular da China. Já os austríacos prometem fazer correr o fogo de artifício ao compasso da música.
A “fireEvent DieFeuerwerker” é a primeira companhia da Áustria a marcar presença no Concurso Internacional de Fogo de Artifício de Macau. Embora não tenham produção pirotécnica própria – usam material vindo de Itália, Espanha e China -, Michael Rzehak, manager da equipa, promete um espectáculo com “características austríacas”. O que é que isso significa? “Usamos muitos ‘single shoots’, de forma exacta, para acompanhar o ritmo da música”, explicou o elemento da equipa. Isto para além da companhia ser caracterizada por usar os tons dourado e prateado. Joe Cocker, músicas de filmes e canções italianas serão algumas das sonoridades a ecoarem entre as águas do Rio das Pérolas e os céus de Macau.
A equipa quer trazer as montanhas da Áustria até aos horizontes do território e passar a imagem de um “país com gente alegre”. As ambições não vão muito além destas, “estar aqui é um pouco como ir às Olimpíadas, o mais importante é participar”.
Já a formação chinesa diz ter vindo para disputar a vitória. De acordo com o manager da equipa do Continente, Huang Liang, o espectáculo está dividido em quatro partes. A música tradicional chinesa será uma componente omnipresente, explicou o elemento da equipa. “Mudanças dinâmicas de cores” de modo a “expressar a felicidade de uma nova fase” serão também outros dos pontos marcantes. O final do espectáculo deve corresponder à parte mais emotiva, revelou Huang Liang.
Estar em Macau, na data em que se comemoram os 60 anos de República Popular Chinesa e no período em que se celebram dez anos de RAEM, “tem um significado especial”, admitiu o membro da equipa.
A “Hunan Jixiu Manufacturing&Display Company”, fundada em 1998, participa no concurso de Macau pela terceira vez, tendo alcançado o segundo lugar em 2002. Esta equipa produziu o fogo de artifício de encerramento dos Jogos Olímpicos de Pequim, assumindo-se como o principal centro de produção pirotécnica no interior da China e, por consequência, do mundo, dado que a RPC é a maior produtora internacional de fogo de artifício.
A noite de quinta-feira vai ser repleta de emoções, para além da actuação das equipas austríaca e chinesa, também vão ser revelados os grandes vencedores da 21ª edição do Festival Internacional de Fogo de Artifício de Macau.

R.C.

 


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