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  N°3281 (Nova Série), Quarta-Feira, 30 de Setembro de 2009
LAU SI IO REVELOU ontem montante da renda
UM na Ilha da Montanha vai custar mais de mil milhões

O arrendamento por 40 anos do terreno na Ilha da Montanha para construção do novo campus da UM vai custar aos cofres do Governo 1.200 milhões de patacas, afirmou ontem o Secretário para os Transportes e Obras Públicas, Lau Si Io

O Governo já tinha informado em Junho que o projecto da construção do novo campus da Universidade de Macau (UM), que ficou sob a jurisdição da RAEM por decisão de Pequim, estaria concluído em 2012, e que o investimento ascenderia aos seis mil milhões de patacas.
Porém, só ontem o Secretário para os Transportes e Obras Públicas revelou aos jornalistas, à margem da recepção comemorativa do 60º aniversário da implantação da RPC, o valor do arrendamento por 40 anos (contrato expira a 19 de Dezembro de 2049, com possibilidade de prorrogação) do quilómetro quadrado na Ilha da Montanha para a transferência das instalações da UM. De acordo com Lau Si Io, o Governo vai pagar um total de 1.200 milhões de patacas pelo terreno. Este montante terá sido fixado após uma série de reuniões do grupo de trabalho interdepartamental com as autoridades competentes de Zhuhai, acrescentou o mesmo responsável.
O Secretário recordou ainda que o cálculo do pagamento deverá ter por base dois aspectos fundamentais, designadamente “o valor do prémio do terreno e o custo do que poderiam ser eventuais alternativas como a construção de aterros”.
Por outro lado, o dirigente referiu que, desde o dia 14 de Agosto, foi autorizada a utilização e aproveitamento do terreno, e que começam agora a ser realizados os preparativos para as obras de planeamento.
De acordo com o Lau Si Io, a secretaria que tutela está também a desenvolver esforços para negociar com as autoridades de Zhuhai, a possibilidade de participação de entidades privadas e funcionários de Macau no projecto e isenções fiscais dos impostos do Interior da China e demais medidas especiais para o transporte transfronteiriço dos materiais de construção, equipamentos, instrumentos, entre outros.
Questionado sobre o relatório do Comissariado da Auditoria sobre os gastos excessivos do antigo Conselho do Ambiente, Lau Si Io respondeu que o organismo “cumpriu a sua função e que o Executivo compreende e vai cooperar”. “É vantajoso para o Governo, porque assim podemos aperfeiçoar os procedimentos administrativos”, avaliou.

O.P.

 


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