000primeira
010especial
020opiniao
030local
050desporto
070actual
081jete
090cambios
091tempo
092ultima


 



 
  N°3256 (Nova Série), Ter¬a-Feira, 1 de Setembro de 2009

Ossétia assinala quinto aniversário de tragédia em escola de Beslan

A Ossétia do Norte assinala hoje o quinto aniversário da “Tragédia de Beslan” sob fortes medidas de segurança, que se alargam a todas as escolas da Rússia. A 1 de Setembro de 2004, um grupo de guerrilheiros separatistas tchetchenos tomou de assalto a Escola Nº1 de Beslan, fazendo mais de mil reféns entre professores e alunos. Segundo as autoridades locais, as cerimónias começarão com o toque da campainha às 09.15 horas locais (13.15 em Macau), quando os guerrilheiros atacaram a escola. Durante três dias irá soar música fúnebre nas ruínas da escola e, ao fim do dia, no local onde se encontrava o ginásio, lugar onde foram mantidos os reféns, serão acesas velas. A operação de resgate, realizada no dia 3 de Setembro, continua rodeada de mistérios. As autoridades afirmam que começou depois de duas ou três explosões dentro do edifício e que não utilizaram armas pesadas. A organização “Mães de Beslan” contesta essa versão, exigindo, sem êxito, investigações independentes. O único terrorista detido com vida foi condenado a prisão perpétua, em 2006.

Dalai Lama diz que não é separatista e elogia liberdade de Taiwan

O Dalai Lama, que está de visita a Taiwan para consolar e rezar pelas vítimas do tufão “Morakot”, rejeitou ontem as acusações chinesas de separatismo político e louvou a liberdade e democracia de Taiwan. “Não sou um separatista”, disse o dirigente religioso tibetano durante a sua visita à aldeia de Siaolin, onde pelo menos 424 pessoas ficaram soterradas por um aluimento de terra, durante a passagem do tufão, a 8 deste mês. O prémio Nobel da Paz de 1989, que se encontra na ilha a convite de sete municípios independentistas, elogiou a “liberdade de expressão e culto” e congratulou-se com “os efeitos da democratização em Taiwan”, numa entrevista televisiva à estação FTV. “O destino de Taiwan deve ser decidido pelos seus 20 milhões de habitantes”, adiantou o Dalai Lama, defendendo a manutenção de uma “relação especial e muito estreita com a China no campo económico e da defesa”. A China protestou pela chegada de Dalai Lama a Taiwan, considerando que a visita tem motivações políticas separatistas.

 


 [Alto] [Anterior] [Voltar]




HOME  .  E-MAIL  .  FICHA TÉCNICA  .  EDIÇÕES ANTERIORES  .  PUBLICIDADE  .  PRIMEIRA

Copyright (c) Jornal Tribuna de Macau, All rights reserved
Design and maintainence by Directel Macau Ltd