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  N°2973 (Nova Série), S­bado, 1 de Novembro de 2008
REVELOU ONTEM FRANCIS TAM
Governo ajusta Orçamento para 2009 para assegurar estabilidade financeira

O Executivo revelou que o Orçamento para 2009 vai sofrer acertos. Tudo em nome da estabilidade financeira, disse Francis Tam, ressalvando que às PMES serão facultadas as devidas garantias de sobrevivência

O Orçamento financeiro para o próximo ano vai ser ajustado por forma a dar prioridade à estabilidade económica. A garantia foi dada ontem pelo Secretário para a Economia e Finanças, Francis Tam, revelando que o ajustamento recai principalmente sobre os sectores monetário e bancário. As Pequenas e Médias Empresas também não serão esquecidas, afirmou o governante, sublinhando que a sua sobrevivência vai ser assegurada.
Confrontado sobre o impacto da crise financeira internacional sobre o sector do Jogo em Macau, Francis Tam salientou que, nos próximos tempos, o aumento das receitas não será tão significativo como nos dois ou três últimos anos, tanto que entende que seja muito provável que se registe um crescimento negativo no quarto trimestre, bem como no início de 2009. Mesmo assim, sublinhou, as receitas deverão manter-se nos sete mil milhões de patacas mensais. Segundo Francis Tam, não há razões para pessimismos.
Tendo em conta a actual conjuntura económica e a queda das receitas na indústria do Jogo, o Governo da RAEM irá também efectuar ajustamentos às Linhas de Acção Governativa para 2009. No que concerne à economia, Francis Tam voltou a afirmar que o sistema monetário é estável, não sendo muito influenciado pelo mercado internacional. Actualmente, acrescentou, a crise financeira internacional tem mais reflexos na exportação de mercadorias e serviços e no sector do turismo.
Falando sobre as medidas que visam salvaguardar o sistema económico local, Francis Tam frisou que o Governo terá como prioridade as áreas que dizem respeito à sociedade e à vida da população. Já no que diz respeito às condições de desenvolvimento de cada sector, sejam elas favoráveis ou desfavoráveis, o Governo deve respeitar as normas de livre mercado, ponderando se uma intervenção será ou não adequada, ressalvou o responsável.
Francis Tam realçou ainda que o Governo é “muito prudente e cauteloso”, mas assegurou que saberá agir quando considerar necessário, não fugindo às suas responsabilidades.


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