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  N°2836 (Nova Série), Ter¬a-Feira, 17 de Junho de 2008
CENTRO TEM QUATRO SALAS ABERTAS NO “MACAU SQUARE”

“Universal Yoga” abriu portas no final do mês passado

O centro “Universal Yoga” promoveu ontem uma visita guiada às suas novas instalações no “Macau Square” para desmentir o “boato” de que ainda não se encontraria a prestar serviços aos clientes que pagaram mensalidades adiantadas

SANDRA PEREIRA

“O Conselho de Consumidores, ao arrepio de todos os princípios de actuação a que está vinculado, prestou declarações falsas e infundadas relativamente ao nosso Clube”, acusou ontem a directora do centro “Universal Yoga”. Com esta afirmação, Torey Farmer quis desmentir os comunicados que o Conselho de Consumidores publicou no seu sítio de internet, nos dias 27 e 30 do mês passado, afirmando que o centro ainda se encontrava de portas fechadas, lesando os membros que já tinham avançado mensalidades. O Conselho de Consumidores chegou mesmo a ameaçar a empresa com uma acção judicial.
Numa conferência de imprensa, Torey Farmer esclareceu que todos os membros do centro já usufruem das instalações provisórias da Taipa desde 15 de Abril e das do “Macau Square” desde 27 do mês passado. Até 15 deste mês, fizeram-no de forma gratuita, frisou.
Das 100 queixas que o Conselho de Consumidores diz ter recebido, a responsável contrapôs que, actualmente, não passam de 60. Torey Farmer assegurou que metade desses membros já se encontram a frequentar as aulas e acredita que, com a abertura do centro, os problemas chegaram definitivamente ao fim.
Algumas das queixas recebidas pelo organismo de defesa dos direitos dos consumidores no final de Março estariam relacionadas com o facto da “Universal Yoga” estar a cobrar prestações desde Novembro sem prestar qualquer serviço, nem avançar nenhuma data para a abertura do centro. No entanto, Torey Farmer defendeu que “os pagamentos adiantados que foram recebidos durante o período de pré-vendas só começaram a contar a partir do dia 15 de Junho”.
A responsável acredita que tudo não passou de um “mal-entendido”. No entanto, o centro não chegou a esclarecer a situação com o Conselho de Consumidores, uma vez que, segundo frisou Torey Farmer, o seu pedido de encontro não obteve resposta.
INSTALAÇÕES. Torey Farmer refutou igualmente as acusações do Conselho de Consumidores de que o centro não colocaria a totalidade das instalações ao dispor dos seus membros. A “Universal Yoga” conta actualmente com 800 clientes e quatro salas para a prática da modalidade desportiva. A responsável explicou que duas salas encontram-se “na reserva” e apenas serão abertas caso o número de sócios se aproxime da capacidade máxima, estimada em cerca de cinco mil utentes.
“A Universal Yoga tomou todas as previdências para que sejam feitas as expansões necessárias, assim que o número de membros o justifique”, garantiu.
A empresa tornou a assegurar que o único motivo do atraso da abertura deveu-se com a emissão de uma licença por parte dos Serviços de Solos, Obras Públicas e Transportes. Além disso, o centro sempre manteve os membros a par da situação por correio e nunca prometeu nenhuma data certa para a abertura, garantem os seus responsáveis.
Para recompensar a paciência dos clientes e evitar “más vibrações”, Torey Farmer prometeu oferecer um mês grátis por cada prestação paga antes da abertura.


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