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  N°2539 (Nova Série), Segunda-Feira, 6 de Agosto de 2007
DIZ PRESIDENTE DE ASSOCIAÇÃO DO SECTOR
Abertura do “Venetian” vai estimular
crescimento de 50% na publicidade

O mega-complexo “Venetian Macau” vai abrir no dia 28 deste mês. Uma data que, segundo o presidente da Associação das Companhias e Serviços de Publicidade de Macau, vai também assinalar um crescimento em flecha no sector da publicidade. Mas é preciso apostar na qualidade para aproveitar o “boom”, avisa

EMANUEL GRAÇA

A abertura do “Venetian Macau”, dentro de três semanas, vai estimular um crescimento de 50 por cento no mercado local da publicidade. A previsão é do presidente da Associação das Companhias e Serviços de Publicidade de Macau, Edmund Wong, que, no entanto, frisa que a expansão não vai beneficiar igualmente todas as empresas da área.

Para o responsável, um dos segmentos que vai estimular o crescimento do sector da publicidade é o dos espectáculos. “Vão ser necessários muitos materiais impressos”, explica. A este, soma-se ainda a área das convenções e exposições.

Na opinião de Edmund Wong, um dos problemas que pode advir deste crescimento abrupto do mercado prende-se com a capacidade de adaptação das pequenas e médias empresas de publicidade da RAEM. Uma das opções que o presidente da Associação das Companhias e Serviços de Publicidade de Macau sugere é o esquema de subcontratação, “como já acontece na construção civil”. O responsável vai mais longe e defende mesmo que isso pode ser feito utilizando empresas do exterior.

“Inicialmente, podemos precisar de alguma ajuda”, explica. “Mas, no futuro, queremos que seja a mão-de-obra local a tomar conta do volume principal de trabalho”, frisa.

Para que as empresas do sector da publicidade do território consigam vingar, Edmund Wong defende que é necessário melhorar os serviços oferecidos. “Com a internacionalização de Macau, os empregadores têm que aumentar a qualidade e gerir de forma adequada a sua marca”. Nesta última área, o empresário diz que já existem alguns bons exemplos na RAEM, especialmente no sector dos brindes e recordações.

O presidente da Associação das Companhias e Serviços de Publicidade de Macau reconhece que, actualmente, a questão da qualidade tropeça na falta de mão-de-obra qualificada. “Muitas vezes, o empresário tem visão, mas faltam-lhe os recursos humanos”, salienta. “É difícil concorrer com as grandes empresas” na busca de jovens talentos, acrescenta.

Apesar de tudo, Edmund Wong é optimista. “A disponibilidade de recursos humanos pode melhorar após a abertura do MGM Grand Macau”, em Dezembro, diz. Isto porque algumas pessoas que entraram para a indústria do jogo para experimentar o sector podem, passado o momento do “boom”, “sentir que não é aquilo que procuram e desistir”. Daí que o responsável seja contundente em referir que “a parte final do ano vai ser um período crítico”.

Organizadores da MIF prevêem forte aumento de patrocínios

“Esperamos um aumento nunca inferior a 50 por cento no valor total dos patrocínios” para a edição deste ano da Feira Internacional de Macau (MIF, na sigla inglesa), a decorrer entre 18 e 21 de Outubro. As palavras são do presidente da Associação das Companhias e Serviços de Publicidade de Macau, Edmund Wong, e espelham a ambição da organização. Com a feira a mudar-se de “armas e bagagens” da Torre de Macau para o “Venetian”, isso significa também mais espaço para expositores e maiores expectativas quanto ao número de visitantes - logo, um maior atractivo para potenciais patrocínios, diz. No ano passado, a MIF teve três patrocinadores principais, a que se somaram outros dez. A feira também foi patrocinada por empresas de água e vinhos, sob a forma da oferta de produtos.


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