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  N°2539 (Nova Série), Segunda-Feira, 6 de Agosto de 2007
PREVÊ PRESIDENTE DE ASSOCIAÇÃO DO SECTOR
Mercado publicitário vai crescer 50%
após abertura do complexo “Venetian”

“Red Devils” ganham Supertaça

O Manchester United conquistou ontem a Community Shield, a Supertaça inglesa de futebol, após derrotar, através dos pontapés da marca de grande penalidade, o rival Chelsea, por 4-1. Os “red devils”, com Cristiano Ronaldo a titular e Nani no banco, foram os primeiros a marcar em Wembley, por Giggs, aos 35 minutos, com os “blues” a empatarem, aos 45, por Malouda. Nas grandes penalidades, Van der Sar defendeu três “penalties” e “ofereceu” o troféu ao Manchester United.

China retira cartazes demasiado severos
que incentivam política do filho único

O governo chinês ordenou ontem que sejam retirados os cartazes e anúncios em que são utilizadas expressões demasiado severas ou de mau gosto para exortar às famílias que tenham apenas um filho, segundo informaram as autoridades. Frases como “um novo bebé significa um novo túmulo” ou “tem menos crianças e mais porcos”, que apareceram em algumas aldeias da China, serão proibidas e substituídas por 190 expressões escolhidas pela Comissão Nacional de Planeamento Familiar, informou a agência Xinhua. Alguns blogs e fóruns da Internet chineses dedicaram-se procurar e publicar fotografias dos cartazes com as expressões mais graves, do tipo “casas destruídas e vacas confiscadas se for rejeitado o pedido de aborto”, o causou polémica entre os internautas. A comissão que regula a política do “filho único” recomendou a utilização de frases mais positivas, do tipo “a mãe Terra está cansada de apoiar tantas crianças” ou “tanto meninos como meninas merecem o amor dos seus pais” (para evitar o abandono de crianças do sexo feminino em zonas rurais). De acordo com a instituição, muitos dos actuais slogans “dão a impressão de estar simplesmente a forçar as pessoas a deixarem de ter mais bebés, causando equívocos e prejudicando a imagem do governo”.

Hamas pede a Abbas para travar
medidas contra membros do movimento

O Hamas apelou ontem ao presidente da Autoridade Nacional Palestiniana, Mahmud Abbas, para deter as “duras medidas” que os membros das forças de segurança da Fatah estão a tomar contra os membros do movimento islamita na Cisjordânia. “As forças leais a Abbas lançaram uma guerra geral que inclui ataques planeados contra os membros do nosso movimento na Cisjordânia”, refere o Hamas num comunicado. No comunicado, a Fatah também é acusada de ter participado em 472 capturas e 306 ataques contra instituições e organizações de caridade e ajuda ligadas ao movimento Hamas. O movimento islamita assumiu o controlo da Faixa de Gaza em Junho último depois de violentos controlos com a Fatah e como consequência da actuação de Abbas, que dissolveu o governo de unidade nacional e criou um de emergência que entretanto se converteu em interino. Paralelamente, as forças de segurança leais a Abbas detiveram homens do Hamas na Cisjordania enquanto os líderes e milicianos do movimento islamita fizeram o mesmo em Gaza a membros da Fatah. Um dos detidos do Hamas na Cisjordania é Ahmed Dolla, que trabalhou como funcionário do ministério do Interior palestiniano em Gaza até o governo de unidade nacional ter sido dissolvido por Abbas.

Opiniões dos moradores do Iao Hon
não alteram regime dos bairros antigos

Hamilton regressa às vitórias na Hungria
em Grande Prémio marcado pela polémica

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será convidado hoje a formar governo


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