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  N°2449 (Nova Série), Ter¬a-Feira, 8 de Maio de 2007
INDICAM DADOS DE ONG QUE GERE CENTRO DE REABILITAÇÃO
Funcionários públicos representam
um em cada dez jogadores compulsivos

 

Fotógrafo amador venceu concurso “Ano do Porco 2007”

Exploradores resgatam em Cantão
navio submerso há 800 anos

Exploradores chineses e britânicos iniciaram uma operação para içar um navio mercante que naufragou há mais de 800 anos com cerca de 70 mil relíquias, informou o “China Daily”. O “Nanhai I”, que remonta à Dinastia Song do Sul (1127-1279), foi localizado em 1987 a 20 metros de profundidade no Mar do Sul da China, perto da ilha de Hailing, província de Cantão, e é o primeiro descoberto na “Rota da Seda”. Neste tipo de operação, normalmente as relíquias são recuperadas antes da retirada do navio, mas os dois metros de lodo que cobrem a embarcação obrigaram a encontrar um plano alternativo. Durante um ano, foi desenvolvida uma complexa estrutura dupla de aço de 530 toneladas para resgatar o navio, que será depois protegido numa piscina de vidro, com idênticas condições de temperatura e pressão do leito marinho.

Confederação Asiática pede anulação
da digressão “colonial” do ManU

O presidente da Confederação Asiática de Futebol, Mohamed Bin Hammam, apelou ontem à anulação da digressão pela Ásia do Manchester United, com o argumento de que a equipa inglesa tirará público aos jogos da Taça das Nações Asiáticas, que decorrerá no mesmo período, entre 7 e 29 de Julho. Para Bin Hamman, a digressão do Manchester United, que inclui jogos no Japão, Coreia do Sul, Macau e Malásia, representa uma atitude “colonial”, “uma falta de respeito” e não tem nada a ver com “fair-play”. “Esperamos do Manchester United que venha à Ásia não apenas pelo dinheiro”, disse o dirigente, acrescentando que o continente já rende ao clube inglês “muito dinheiro durante a época regular”. No final da declaração, Bin Hamman disse ter o apoio de Sepp Blatter, presidente da FIFA.

Ministra da Educação admite falta
de qualidade de programas

A ministra portuguesa da Educação admitiu ontem que alguns programas e manuais escolares poderão ser demasiado extensos e não ter qualidade. “Pode acontecer que nem sempre a qualidade dos programas e dos instrumentos de ensino esteja assegurada e pode acontecer também que alguns programas não tenham a dimensão adequada”, afirmou a ministra, à margem da abertura da Conferência Internacional sobre o Ensino do Português, que decorre no Centro Cultural de Belém. Maria de Lurdes Rodrigues considerou ser necessário pôr em prática mecanismos de controlo da qualidade dos currículos e dos livros escolares, salientando que está em “Este ano foi suspensa a adopção de alguns manuais e esperamos que os novos possam já beneficiar da revisão de programas que está em curso”, disse.

Arguida no caso Ao Man Long apresentou
queixa por violação do segredo de justiça

Degradação do Macau Dome preocupa Silvério,
mas GDI promete resolver a situação

Campeonato de Hóquei em patins arranca sábado
sem Lusitânia e com polémica à mistura


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